Concorri com estas fotos ao MEGA CARTAZ da Pipoca.
Que acham???
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Sair
Olá minhas amigas,
Isto não tem andado muito bem para o meu algo. Não sei se alguma vez vos disse mas eu NÃO sou de Cascais, fui para lá levada. E quando falo em Cascais falo em ser puxada para um estilo de vida que não tem nada a ver com o qual nasci.
Eu nasci numa casa modesta onde o dinheiro não era abundante mas que não faltava para a comidinha. Faltava para outras coisas, para comprar roupa, para me inscreverem nas aulas de natação, para lanchar no café.... Enfim...
No ambiente de " Cascais" não faltava nada.
E eu parva aceitei ir. Fui para uma casa que não era minha pensando que no amor não interessavam essas coisas materiais.
Pois é minhas meninas, interessa em Cascais.
A mim não, por isso saí de casa. Já não aguentava mais a pressão de viver numa casa em que constantemente me lembravam que não pertencia ali.
E o estranho é como é que a minha filha não pertencia ali também. Sai. Refiz a minha vida e a da Ema numa semana. Aluguei uma casa nos subúrbios Sintrenses de Lisboa.
Estou mais feliz??? Não sei. Se ele merece que eu esteja feliz? Sim.
Isto não tem andado muito bem para o meu algo. Não sei se alguma vez vos disse mas eu NÃO sou de Cascais, fui para lá levada. E quando falo em Cascais falo em ser puxada para um estilo de vida que não tem nada a ver com o qual nasci.
Eu nasci numa casa modesta onde o dinheiro não era abundante mas que não faltava para a comidinha. Faltava para outras coisas, para comprar roupa, para me inscreverem nas aulas de natação, para lanchar no café.... Enfim...
No ambiente de " Cascais" não faltava nada.
E eu parva aceitei ir. Fui para uma casa que não era minha pensando que no amor não interessavam essas coisas materiais.
Pois é minhas meninas, interessa em Cascais.
A mim não, por isso saí de casa. Já não aguentava mais a pressão de viver numa casa em que constantemente me lembravam que não pertencia ali.
E o estranho é como é que a minha filha não pertencia ali também. Sai. Refiz a minha vida e a da Ema numa semana. Aluguei uma casa nos subúrbios Sintrenses de Lisboa.
Estou mais feliz??? Não sei. Se ele merece que eu esteja feliz? Sim.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Primark
Hoje olhei para o meu roupeiro e tive a leve impressão de que 50% da minha roupa vem da PRIMARK.
Enfim.... giro e barato há pouco :)
Enfim.... giro e barato há pouco :)
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Online storesssssss
Meninas e meninos ....
O tão esperado acontecimento é já amanhã.
http://www.stradivarius.com/
e
http://www.bershka.com/
O tão esperado acontecimento é já amanhã.
http://www.stradivarius.com/
e
http://www.bershka.com/
terça-feira, 23 de agosto de 2011
E há mais...
Desta vez estou mesmo a precisar de dinheiro para ajudar a família.
Não sei como mas isso torna-se conhecimento de uma qualquer máfia que se estabeleceu aqui mesmo em Lisboa. Sou então contactada. Oferecem-me 100 mil euros para casar com alguém. As únicas condições exigidas são umas fotos que tenho que tirar com o homem em casa dele.
Será que arrisco? O dinheiro mudará o sentido de tudo o que está a acontecer em meu redor. Valerá a pena? Que me poderá acontecer? Morrer... não morrerei eu se continuar nesta situação?
Arrisco.
Há hora combinada vão buscar-me ao aeroporto. Destino desconhecido. Metade do dinheiro na conta.
Chego a Itália e penso:
- Porque é que alguém em Itália precisa casar comigo?
Ignoro. Metade do dinheiro já me entorpece os sentimentos e pensamentos.
Sigo viagem até uma espécie de villa. Adoro. Decido desfrutar da situação mas os nervos não desaparecem. Não sou tão corajosa quanto quero transparecer.
Dão-me vários vestidos e deixa-me num quarto lindíssimo. O vento entra por uma janela e os cortinados parecem acariciar a minha pele. Será que estou a viver um sonho, será que vou acordar num pesadelo?
Tantas histórias más que já ouvi sobre experiências como estas em que um mundo é oferecido a raparigas e o que recebem é um lugar escuro e sombrio.
Tomo banho e visto-me. Em breve entrará um fotografo como combinado.
Finjo um sorriso, finjo uma imagem de mim que só uma máquina poderia capturar.
Vou para o campo. Cheiro flores, olho o sol e nada de ver o meu noivo.
Estranho ainda mais.
Que quererão de mim? Sou então acompanhada a casa novamente por pessoas sorridentes. Oferecem-me jantar e mais fotos sentada numa mesa. E de repente tudo acaba. Volto para o meu quarto mas não consigo dormir. Sinto uma inquietude inerente à situação. O medo consome-me por dentro. Onde está o meu noivo? Porque será que a imagem do meu noivo me parece acalmar. Adormeço assim , demasiado cansada para protestar contra mim própria.
Acordo com o som de alguém a bater à porta. Abro e entra uma senhora de meia idade que carrega um tabuleiro com uma flor, um bilhete de avião e um recado.
" Voltarei a ver-te no dia nosso casamento"
Cont....
Não sei como mas isso torna-se conhecimento de uma qualquer máfia que se estabeleceu aqui mesmo em Lisboa. Sou então contactada. Oferecem-me 100 mil euros para casar com alguém. As únicas condições exigidas são umas fotos que tenho que tirar com o homem em casa dele.
Será que arrisco? O dinheiro mudará o sentido de tudo o que está a acontecer em meu redor. Valerá a pena? Que me poderá acontecer? Morrer... não morrerei eu se continuar nesta situação?
Arrisco.
Há hora combinada vão buscar-me ao aeroporto. Destino desconhecido. Metade do dinheiro na conta.
Chego a Itália e penso:
- Porque é que alguém em Itália precisa casar comigo?
Ignoro. Metade do dinheiro já me entorpece os sentimentos e pensamentos.
Sigo viagem até uma espécie de villa. Adoro. Decido desfrutar da situação mas os nervos não desaparecem. Não sou tão corajosa quanto quero transparecer.
Dão-me vários vestidos e deixa-me num quarto lindíssimo. O vento entra por uma janela e os cortinados parecem acariciar a minha pele. Será que estou a viver um sonho, será que vou acordar num pesadelo?
Tantas histórias más que já ouvi sobre experiências como estas em que um mundo é oferecido a raparigas e o que recebem é um lugar escuro e sombrio.
Tomo banho e visto-me. Em breve entrará um fotografo como combinado.
Finjo um sorriso, finjo uma imagem de mim que só uma máquina poderia capturar.
Vou para o campo. Cheiro flores, olho o sol e nada de ver o meu noivo.
Estranho ainda mais.
Que quererão de mim? Sou então acompanhada a casa novamente por pessoas sorridentes. Oferecem-me jantar e mais fotos sentada numa mesa. E de repente tudo acaba. Volto para o meu quarto mas não consigo dormir. Sinto uma inquietude inerente à situação. O medo consome-me por dentro. Onde está o meu noivo? Porque será que a imagem do meu noivo me parece acalmar. Adormeço assim , demasiado cansada para protestar contra mim própria.
Acordo com o som de alguém a bater à porta. Abro e entra uma senhora de meia idade que carrega um tabuleiro com uma flor, um bilhete de avião e um recado.
" Voltarei a ver-te no dia nosso casamento"
Cont....
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Há dias assim...
Hoje não sei porque acordei assim aborrecida.
E quando estou aborrecida, pensativa, tenho uma mania ( desde pequena ) de sonhar acordada com outras vidas. E quando falo outras vidas, falo em outros caminhos, outras pessoas.
Gosto imenso. Fecho os olhos, o trabalho assim mo permite, e por momentos imagino-me em situações de verdadeiro entusiasmo e conforto. Acho que tudo isto se deve às minhas memórias de infância, quando a minha avó inventava histórias para nos acalmar de dia excitantes e muito divertidos.
Imaginem vocês também:
- Sou uma mulher muito rica mas com uma extrema necessidade de me recolher e descansar. Compro então uma cabana, no meio dos Alpes Suíços, cuja forma de chegar é unicamente por helicóptero.
E lá vou eu para o meu lugar perfeito. Uma cabana quente, no meio da neve, sem televisão, sem Internet, sem ninguém. Só eu .
Uma lareira enorme, um tapete felpudo, e 1001 livros perfumados por chocolate quente.
Passo os meus dias assim... Leio, cozinho, durmo, oiço musica, recordo....
Dois dias antes de voltar à minha vida activa, oiço um estrondo vindo lá de fora. Como se algo chocasse contra a parede da cabana e corro para ver o que é. E é assim que o vejo pela primeira vez, caído aos meus pés. De onde veio, o que o trouxe?
É alguém.... alguém que sem querer, veio ter comigo. Está inconsciente. Estará ferido?
Levo-o para dentro e tento chamar a protecção civil mas algo corre mal. Está a cair um nevão demasiado intenso e o rádio não funciona.
Volto para junto do corpo quente que lentamente arrefece. Que faço eu? Quem será? Será perigoso? Decido arriscar. Tiro-lhe a roupa molhada e deito-o no tapete felpudo. Não tenho força para mais. E se acorda? E se é mau? Será que o devo prender?
Enfim acorda. Pergunta-me quem sou, que faz ali. Não lhe sei responder.
Pede-me para ir à casa de banho. Vai....
E quando estou aborrecida, pensativa, tenho uma mania ( desde pequena ) de sonhar acordada com outras vidas. E quando falo outras vidas, falo em outros caminhos, outras pessoas.
Gosto imenso. Fecho os olhos, o trabalho assim mo permite, e por momentos imagino-me em situações de verdadeiro entusiasmo e conforto. Acho que tudo isto se deve às minhas memórias de infância, quando a minha avó inventava histórias para nos acalmar de dia excitantes e muito divertidos.
Imaginem vocês também:
- Sou uma mulher muito rica mas com uma extrema necessidade de me recolher e descansar. Compro então uma cabana, no meio dos Alpes Suíços, cuja forma de chegar é unicamente por helicóptero.
E lá vou eu para o meu lugar perfeito. Uma cabana quente, no meio da neve, sem televisão, sem Internet, sem ninguém. Só eu .
Uma lareira enorme, um tapete felpudo, e 1001 livros perfumados por chocolate quente.
Passo os meus dias assim... Leio, cozinho, durmo, oiço musica, recordo....
Dois dias antes de voltar à minha vida activa, oiço um estrondo vindo lá de fora. Como se algo chocasse contra a parede da cabana e corro para ver o que é. E é assim que o vejo pela primeira vez, caído aos meus pés. De onde veio, o que o trouxe?
É alguém.... alguém que sem querer, veio ter comigo. Está inconsciente. Estará ferido?
Levo-o para dentro e tento chamar a protecção civil mas algo corre mal. Está a cair um nevão demasiado intenso e o rádio não funciona.
Volto para junto do corpo quente que lentamente arrefece. Que faço eu? Quem será? Será perigoso? Decido arriscar. Tiro-lhe a roupa molhada e deito-o no tapete felpudo. Não tenho força para mais. E se acorda? E se é mau? Será que o devo prender?
Enfim acorda. Pergunta-me quem sou, que faz ali. Não lhe sei responder.
Pede-me para ir à casa de banho. Vai....
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Odeio
Sabes que tenho um pequeno odeio de estimação, daqueles a que ninguém liga, só eu???
Vou vos contar.
Odeio o facto das pessoas usarem óculos de sol na cabeça durante o trabalho. Existe coisa mais foleira? Ver gente sentada numa secretária o o brilho dos óculos a ofuscar-me a visão é pesadelo total.
Enfim , deve ser da neura que estou hoje.
Fujammmmmmmmmmm
Vou vos contar.
Odeio o facto das pessoas usarem óculos de sol na cabeça durante o trabalho. Existe coisa mais foleira? Ver gente sentada numa secretária o o brilho dos óculos a ofuscar-me a visão é pesadelo total.
Enfim , deve ser da neura que estou hoje.
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